PROJETO DE PESQUISA – OBSERVATÓRIO PROTESTANTE

 

PROJETO DE PESQUISA 

 

TÍTULO Observatório Protestante
PESQUISADOR Adilson Schultz
ÁREA E CURSO Teologia – Núcleo de Humanidades
EMAIL adilson.schultz@metodistademinas.edu.br
BREVE CURRÍCULO Professor e pesquisador nas áreas de Teologia e Ciências da Religião. Doutor em Teologia pela Escola Superior de Teologia, de São Leopoldo – RS. Pastor evangélico-luterano. Áreas de atuação no Centro Universitário Metodista Izabela Hendrix: professor da disciplina Humanidades I, no formato EAD, comum a todos os cursos; Supervisão do Núcleo de Formação Humanística; Professor pesquisador; Professor da disciplina Trindade e Teologia da Criação, no curso de Teologia. Para pesquisas e publicações, consulte currículo lattes: http://lattes.cnpq.br/0099929982536397

 

  1. 1.                   

RESUMO

 Consolidação de grupo de pesquisa permanente sobre o fenômeno protestante, visando a) pesquisa e produção bibliográfica sobre o tema, especialmente o acompanhamento do desenvolvimento das igrejas evangélicas na região metropolitana de Belo Horizonte, e b) criação de banco de dados e\ou centro online de referência de pesquisa sobre protestantismo.Com perspectiva ampla e aberta, a pesquisa está atenta tanto aos princípios teológicos e antropológicos do fenômeno quanto às formas que esses princípios assumem contextual e historicamente nas igrejas evangélicas clássicas, pentecostais e neopentecostais.

O projeto abre-se em três linhas de pesquisa:

a)     Protestantismo na interface do Imaginário Religioso Brasileiro;

b)     Princípios e formas protestantes;

c)     Perspectivas do protestantismo contemporâneo.

O nome “observatório” justifica-se pelo fato do grupo criar e monitorar, a partir de pesquisa de campo, banco de dados sobre o protestantismo, a ser disponibilizado para consulta da comunidade acadêmica.

O Grupo de Pesquisa tem caráter acadêmico interdisciplinar e multi-institucional, associando pesquisadores e estudantes do Centro Universitário Metodista Izabela Hendrix e da Pontifícia Universidade Católica de Minas Gerais.

Grupo de pesquisa certificado e cadastrado na base de dados do Diretório de Grupos de Pesquisa do CNPq – dados disponíveis em http://dgp.cnpq.br/diretorioc

  1. 2.                   

DETALHES SOBRE O GRUPO DE PESQUISA “OBSERVATÓRIO PROTESTANTE”

LINHAS DE PESQUISALinha 1: Perspectivas do Protestantismo ContemporâneoObjetivos: Análise das perspectivas do protestantismo no Brasil, dos desafios das igrejas evangélicas e das tendências de desenvolvimento protestante.

Pesquisadores cadastrados: Adilson Schultz; Francisco Cetrulo Neto; Reginaldo Leandro Plácido.

Estudantes cadastrados: Cinthia Gabrielle Tolentino de Almeida; Daniel Rocha; Wesley Garcia de Oliveira; Wesley Jesus dos Santos.

Linha 2: Protestantismo entre princípio e forma

Objetivos: Estuda a assimetria entre princípio e forma enquanto marca constitutiva do protestantismo. Tipologia do protestantismo (clássico, pentecostal, neopentecostal). História do protestantismo. Doutrinas e crenças protestantes. Performance ritual das igrejas evangélicas.

Pesquisadores cadastrados: Adilson Schultz; Ailton Sanches Junior; Jaider Batista da Silva; Reginaldo Leandro Plácido.

Estudantes cadastrados: Flávia Luiza Gomes Costa; Márcio Raimundo de Oliveira.

Linha 3: Protestantismo na interface do Imaginário Religioso Brasileiro

Objetivos: Pesquisa o fenômeno protestante/evangélico na sua interface com o imaginário religioso brasileiro. Analisa estruturas teológicas e antropológicas do Imaginário e o lugar do protestantismo dentro delas. Pesquisa as relações de conflito entre Igrejas protestantes e outras religiões e Igrejas do Brasil. Analisa o papel do protestantismo na constituição da cultura brasileira.

Pesquisador cadastrado: Adilson Schultz

Estudante cadastrados: Flávia Luiza Gomes Costa; Márcio Raimundo de Oliveira

 

  1. 3.       3.
  2. 4.       PROBLEMATIZAÇÃO TEÓRICA INICIAL:

O ÊXITO E O FRACASSO DO PROTESTANTISMO BRASILEIRO

O Protestantismo ocupa um lugar de destaque no universo religioso brasileiro. Essa presença protestante pode ser observada no acentuado crescimento do número de evangélicos segundo o Censo IBGE 2000: 15,6% da população brasileira é evangélica, ou exatamente 26.452.174 de pessoas. É o segmento religioso que mais cresce no país, numa média de 7% ao ano de 1991 a 2000. Destaque para os evangélicos pentecostais e neopentecostais, que são 2\3 do total de evangélicos e, ao mesmo tempo, para a vitalidade dos evangélicos clássicos, que seguem representando 5% da população do país.Mas a força protestante não reside apenas números. O elemento mais explícito do êxito do protestantismo brasileiro é aquilo que se poderia denominar presença protestante. Aliado aos incontestes números do censo IBGE 2000, a força do protestantismo é percebida num processo de intensa visibilização pública, um conjunto de estratégias missionárias e políticas de expansão que mantém o fator evangélicos constantemente na mídia e nas ruas, ao ponto da máxima evangélicos transformar-se em referência positiva na sociedade. Entre esses elementos da presença protestante podem ser destacados:a) a intensa participação dos fiéis nos cultos e atividades das Igrejas;

b) o ininterrupto crescimento do número de templos e denominações evangélicas;

c) a intensa presença evangélica pentecostal na mídia;

d) as conversões impactantes de celebridades políticas, artísticas, empresariais e esportivas;

e) a atuação política destacada das bancadas evangélicas em nível nacional, estadual e municipal;

f) as grandes concentrações públicas de fé; g) os manifestos políticos e éticos das igrejas;

h) a rede de escolas e faculdades evangélicas;

i) a preocupação manifesta do catolicismo com o crescimento evangélico;

j) a grande atenção que pentecostais recebem no meio acadêmico;

k) na formação social da máxima evangélicos como referência de honestidade e trabalho;

l) a silenciosa, mas constante revolução da vida familiar, financeira e ética da população evangélica.

Para além dos números e da presença protestante, destaque ainda para o que se pode denominar vida nova, um conjunto de conquistas que colaboram decididamente na mudança da qualidade de vida material, espiritual e psicológica dos fiéis evangélicos. Essa vida nova é experimentada, inicialmente, nos inúmeros relatos e testemunhos de conversão a Jesus e abandono do mundo – vícios e imoralidade. Vida nova pode significar também um emprego conseguido a partir da convivência na comunidade, uma cura alcançada através de um milagre ou de uma visita pastoral, a reorganização das finanças a partir da racionalidade imprimida na vida etc. São mudanças significativas, atestando que, decididamente, faz diferença ser evangélico, e mais do que isso, os evangélicos fazem diferença no Brasil.

Entre os inúmeros aspectos dessa vida nova experimentada, destaque para:

a) relatos e testemunhos de conversão a Jesus e abandono do mundo e suas pompas e seduções;

b) mudanças significativas operadas pelo protestantismo no imaginário brasileiro, com novos valores e práticas;

c) elevação da máxima evangélicos a referência positiva de religião;

d) exercício da solidariedade diaconal ou mesmo espiritual, como nas frentes socais das igrejas ou na simples prática de louvor [desinteressado] a Deus.

e) A força que vem de estar junto com irmãos da mesma fé;  

f) A valorização da emoção como ferramenta religiosa, algo que marca profundamente os ritos protestantes.

g) O exercício de uma integração direta de vida e fé a partir dos cultos e suas bênçãos aos fiéis;

h) Fortalecimento e valorização da vida presente dos fiéis.

i) reflexão sobre o sentido da vida mesmo nas classes populares.

j) capacidade evangélica de atingir o fim do mundo, reorganizando espaços não alcançados pelo estado ou outras organizações;

k) constituição de redes de proteção e empoderamento para as populações marginalizadas de toda ordem.

l) exercício político interno e público dos fiéis;

m) Valorização da educação e do espírito crítico do fiel, especialmente no meio protestante clássico.

n) Saúde e cura vistas em sua dimensão integral – espiritual, psíquica e física.

o) atenção especial à saúde das mulheres;

p) Racionalização teológica do imaginário religioso brasileiro e da fé operada no protestantismo.

q) Melhoria geral da qualidade de vida dos fiéis;

r) treinamento de aptidões para a direção de organizações comunitárias.  

s) capacidade de organização da vida financeira pessoal e familiar.

t) recomposição familiar.  

u) proteção às famílias, especialmente das mulheres.

Não obstante o êxito protestante em termos de vida nova para os fiéis, êxito numérico e presença pública, fato é que o protestantismo tem fracassado na sua tarefa de evangelizar o país. Os princípios protestantes aparecem apenas residualmente nos agenciamentos religiosos da estrutura teológica do imaginário religioso brasileiro. O protestantismo pode até mudar a vida dos fiéis, mas parece fracassar na tarefa de mudar a “alma” desses mesmos fiéis e a cultura religiosa do Brasil. Apenas residualmente o protestantismo imprime volume social à sua presença comunitária local, como na rede educacional protestante clássica ou na destacada formação teológica de seus pastores.

As razões dessa ausência protestante e os tênues momentos onde o protestantismo está presente são questões a serem pesquisadas pelo grupo que se constitui ao redor desse projeto de pesquisa. Há que se considerar tanto o grau de incidência do protestantismo no conjunto do imaginário religioso e na cultura brasileira quanto a presença dos princípios protestantes no conjunto do protestantismo brasileiro.

As hipóteses giram ora em torno das incapacidades protestantes, ora da complexidade da tarefa e da cultura brasileira. O protestantismo clássico segue se apresentando com seu projeto de contra-cultura – embora em linguagens modernas! -, com o que não consegue fazer coro com o caldo cultural brasileiro e fracassa no seu intento evangelizador de massa. Por outro lado, o neoprotestantismo apresenta forte tendência adaptacionista, ressignificando em sua mensagem os elementos da cultura nacional, mas sem o zelo necessário pelos princípios protestantes.

De forma ou outra, o êxito e o fracasso do protestantismo não podem ser referidos considerando apenas o grau de aceitação ou adaptação do protestantismo ao imaginário religioso. Este não é o juiz do protestantismo! É também seu juiz o próprio protestantismo, melhor dito, as estruturas teológicas protestantes, seus princípios. Por isso a origem dupla das análises: seu grau de comprometimento com os princípios bíblicos e protestantes e seu grau de significância no conjunto do imaginário religioso brasileiro.

Assim, o grupo de pesquisa constitui-se ao redor de uma preocupação ético-política fundante do próprio protestantismo: faz diferença ser evangélico? Traduzido em perguntas, os problemas a serem enfrentados pelo grupo de pesquisa são:

a)    O que muda no Brasil com a presença dessas 30 milhões de pessoas que se autodenominam evangélicas?

b)    Quais são as marcas evangélicas do Brasil?

c)     Que marcas brasileiras têm o protestantismo?

d)    De que forma as igrejas evangélicas influenciam a cosmovisão e o imaginário religioso brasileiros?

e)     Como esperar uma adequação ou inserção do protestantismo na cultura brasileira e, ao mesmo tempo, permanecer fiel ao princípio protestante ou aos postulados reformatórios?

 

 

  1. 5.                   

OBJETIVOS

Objetivo geral: Consolidação de Grupo de Pesquisa e produção bibliográfica sobre Protestantismo, especialmente o acompanhamento do desenvolvimento das igrejas evangélicas na região metropolitana de Belo Horizonte, inclusive com a criação de banco de dados e\ou centro online de referência de pesquisa sobre protestantismo.Objetivos específicos:

Consolidação de grupo de pesquisa sobre protestantismo entre docentes e estudantes do Instituto Metodista Izabela Hendrix;

Pesquisa sobre o desenvolvimento do protestantismo na região metropolitana de Belo Horizonte;

Criação de banco de dados e\ou centro online de referência de pesquisa sobre protestantismo;

Realização de evento público anual de pesquisa sobre o tema;

Análise das perspectivas do protestantismo brasileiro, dos desafios das igrejas evangélicas e das tendências de desenvolvimento protestante.

Análise da assimetria entre princípio e forma enquanto marca constitutiva do protestantismo. Tipologia do protestantismo (clássico, pentecostal, neopentecostal). História do protestantismo. Doutrinas e crenças protestantes. Performance ritual das igrejas evangélicas.

Análise do protestantismo na interface do imaginário religioso brasileiro. Análise das estruturas teológicas e antropológicas do Imaginário e o lugar do protestantismo dentro delas. Pesquisa as relações de conflito entre Igrejas protestantes e outras religiões e Igrejas do Brasil. Análise do papel do protestantismo na constituição da cultura brasileira.

 

 

  1. 6.                   

JUSTIFICATIVAS

Há poucos grupos de referência de estudo acadêmico do movimento protestante no Brasil. O presente projeto de pesquisa colabora para suprir uma necessidade;Os pesquisadores do protestantismo reúnem-se muito esporadicamente ao redor do tema. A constituição de grupo de pesquisa colabora na otimização das pesquisas e na partilha do saber;A instalação de grupo de pesquisa sobre protestantismo junto ao Instituto Metodista Izabela Hendrix colabora para transformá-lo em referência na área acadêmica, incrementando a produção acadêmica na instituição;

A instalação de um observatório protestante colabora para o processo de visibilização pública da instituição, colaborando para transformá-la em referência de estudo do tema;

As pesquisas têm também interesse ético-político direto em relação ao êxito do protestantismo na sua tarefa evangelizadora, colaborando com as igrejas e suas lideranças no processo de entendimento das estruturas religiosas sociais.

 

  1. 7.                   

MATERIAL E MÉTODOS

Reunião mensal do grupo de pesquisa – disponibilidade de sala e equipamento de multimídia.Instalação de equipamento de informática em local adequado (sala com mesa e computador) para desenvolvimento do projeto de pesquisa, especialmente do bolsista de iniciação científica;Revisão bibliográfica sobre o tema na biblioteca da instituição – tarefa do bolsista de iniciação científica, sob supervisão do professor pesquisador;

Eventual aquisição de material bibliográfico para incremento do acervo da instituição;

Realização de evento anual público sobre pesquisa protestante – em parceria com a Faculdade Evangélica de Teologia;

Composição de banco de dados sobre Igrejas Evangélicas – 1ª fase na Região Metropolitana de Belo Horizonte;

Pesquisa de coleta de dados junto às igrejas evangélicas – 1ª fase junto a estudantes da FATE-BH;

Criação de publicação online (revista ou site) para disponibilizar os resultados da pesquisa para a comunidade em geral.

     

 

  1. 8.                    

CRONOGRAMA

   
Mar Abr Mai Jun Jul Ago Set Out Nov Dez Jan Fev  
Reuniões mensais do grupo de pesquisa                          
Revisão bibliográfica                          
Pesquisa de software para criação de banco de dados                          
Composição de banco de dados online                          
Evento público de pesquisa                          
Confecção de relatório de pesquisa                          
Divulgação do relatório de pesquisa publicação científica                          

 

  1. 9.                   

BIBLIOGRAFIA

 Bibliografia básica: 

ANTONIAZZI, Alberto [et al.] Nem anjos nem demônios: interpretações sociológicas do Pentecostalismo. Petrópolis : Vozes, 1994.

BOBSIN, Oneide. Correntes religiosas e globalização. São Leopoldo : CEBI, IEPG, PPL, 2002.

BONINO, José Miguez. Rostos do protestantismo Latino-americano. São Leopoldo : Sinodal, 2002.

DREHER, Martim. A crise e a renovação da Igreja no período da Reforma. São Leopoldo : Sinodal, 2002. Coleção História da Igreja. v. 3.

MAFRA, Clara. Os evangélicos. Rio de Janeiro : Jorge Zahar, 2001.

MARIANO, Ricardo. Neopentecostais: sociologia do novo pentecostalismo no Brasil. São Paulo : Loyola, 1999.

MENDONÇA, Antônio Gouvêa. Protestantes, pentecostais e ecumênicos. São Bernardo do Campo : UMESP, 1997.

WEBER, Max. A ética protestante e o espírito do capitalismo. São Paulo : Companhia das Letras, 2004.

BIBLIOGRAFIA DE APOIO:

 

a)          Protestantismo em geral:

BITTENCOURT FILHO, José. Matriz religiosa brasileira: religiosidade e mudança social. . Petrópolis, Rio de Janeiro : Vozes, Koinonia, 2003.

DIAS, Zwinglio N. Notas sobre a expansão e metamorfose do protestantismo na América Latina. In: NUMEM – Revista de estudos e pesquisa da religião. Juiz de Fora : NEPREL/UFJF, v. 3, n. 2, p. 47-62, 2000.

DREHER, Martin Norberto. Protestantismo Brasileiro: um mundo em mudança. In: Estudos Leopoldenses. São Leopoldo : Unisinos, v. 1, n. 2, p. 139-161, 1997.

DREHER, Martin Norberto. Protestantismos na América Meridional. In: SIEPIERSKI, Paulo D., GIL, Benedito M. Religião no Brasil: enfoques, dinâmicas e abordagens. São Paulo : Paulinas, 2003. P. 39-63

GUTIÉRREZ, Benjamín F; CAMPOS, Leonildo Silveira. Na Força do Espírito. Os pentecostais na América Latina: um Desafio às Igrejas Históricas. São Paulo: Pendão Real, 1996, p. 77-120.

MENDONÇA, Antônio Gouvêa. Protestantes, pentecostais e ecumênicos. São Bernardo do Campo : UMESP, 1997.

b)          Protestantismo Clássico:

BUNYAN, John. O peregrino – ou a viagem do cristão à cidade celestial. São Paulo : Imprensa Metodista, 1957.

LÉONARD, Émile-G. O protestantismo brasileiro. São Paulo : ASTE, 1981.

MENDONÇA , Antonio Gouvêa. O celeste porvir: a inserção do protestantismo no Brasil. São Paulo : ASTE, 1995.

MENDONÇA, Antonio Gouvêa, VELASQUES FILHO, Prócoro. Introdução ao protestantismo no Brasil. São Paulo : Loyola, 1990.

c)           Pentecostalismo e Neopentecostalismo:

CASCO, Miguel Angel, CABEZAS, Roger, MANRÍQUEZ, Samuel Palma. Pentecostais: libertação e ecumenismo. São Leopoldo : CEBI, CECA, 1996.

CESAR, Waldo, SCHAULL, Richard. Pentecostalismo e futuro das Igrejas cristãs. Petrópolis : Vozes, 1999.

CORTEN, André. Os pobres e o Espírito Santo: o pentecostalismo no Brasil. Petrópolis : Vozes, 1996

COUTINHO, Eduardo. Santo forte. Rio de Janeiro : NTSC, Cecip, 1999. Documentário em DVD.

MACHADO, Maria das Dores Campos. Carismáticos e pentecostais: adesão religiosa na esfera familiar. São Paulo : Anpocs, Editora Autores Associados, 1996.

MARIZ, Cecília Loreto, MACHADO, Maria das Dores Campos. Sincretismo e trânsito religioso: comparando carismáticos e pentecostais. In: Comunicações do ISER. A dança dos sincretismos. Rio de Janeiro : ISER, v. 45, n. 13, 1994.

MARTIN, David. Tongues of fire: the explosion of protestantism in Latin America. Oxford : Basil Blackwell, 1990.

ROLIN, Francisco Cartaxo. Pentecostais no Brasil: uma interpretação sócio-religiosa. Petrópolis : Vozes, 1985.

TAVOLARO, Douglas. O bispo: a história revelada de Edir Macedo. São Paulo : Larousse do Brasil, 2007.

d)          Demais bibliografias:

ALVES, Rubem. Religião e repressão. São Paulo : Loyola, 2005.

BIRMAN, Patrícia, NOVAES, Regina, CRESPO, Samira (orgs.). O mal à brasileira. Rio de Janeiro : EdUERJ, 1997.

BOSCH, David. Missão transformadora: mudanças de paradigma na teologia da missão. São Leopoldo : Sinodal, EST, 2002.

BOURDIEU, Pierre. Gênese e estrutura do campo religioso. In: ____. A economia das trocas simbólicas. 5. ed. São Paulo : Perspectiva, 2001. p. 27-98.

CRESPIN, Jean. Das afllicções e dispersão da primeira igreja reformada estabelecida na América – Brasil (1557-1558). In: RIBEIRO, Domingos. Tragédia de Guanabara ou Historia do protomartyres do Christianismo no Brasil. Rio de Janeiro: Typo-Lith Pimenta de Mello & Cia, 1917. p. 11-86.

JACOB, César Romero… [et al.] Atlas da filiação religiosa e indicadores sociais no Brasil. Rio de Janeiro : Ed. PUC-Rio; São Paulo : Loyola, 2003.

TILLICH, Paul. A era protestante. São Paulo : Traço a traço editorial, 1992.

TROELTSCH, Ernst. El protestantismo y el mundo moderno. 3. ed. Ciudad de México : Fondo de Cultura Econômica, 1967.

Deixe um comentário

Preencha os seus dados abaixo ou clique em um ícone para log in:

Logotipo do WordPress.com

Você está comentando utilizando sua conta WordPress.com. Sair / Alterar )

Imagem do Twitter

Você está comentando utilizando sua conta Twitter. Sair / Alterar )

Foto do Facebook

Você está comentando utilizando sua conta Facebook. Sair / Alterar )

Foto do Google+

Você está comentando utilizando sua conta Google+. Sair / Alterar )

Conectando a %s


Seguir

Obtenha todo post novo entregue na sua caixa de entrada.

%d blogueiros gostam disto: